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A Dona do Natal – A empreendedora que vive para decorações Natalinas

Qem passa por uma das 16 lojas Cecilia Dale espalhadas pelo Brasil mal imagina que o maior desafio da empresa está numa área bem diferente do segmento de enfeites de Natal. São os planejamentos de logística que fazem a fundadora do negócio, Cecilia Dale, ficar acordada à noite.

De Norte a Sul do país, companhias, shoppings centers e diversos estabelecimentos contratam a empreendedora para cuidar de seus ornamentos e árvores de Natal. Para isso, são necessárias centenas de caminhões rodando pelas estradas carregando as peças escolhidas a dedo pela empreendedora em feiras internacionais até seus destinos.

Cecilia abriu sua primeira loja de decorações natalinas em 1980, três anos depois de se mudar para São Paulo, acompanhando o marido que havia sido promovido no emprego. Na época, ela era professora de inglês, mas andava desanimada com a carreira. “Eu sempre gostei de trabalhos manuais e comecei a fazer jogos americanos, toalhas e outras peças de artesanato para vender”, diz a empreendedora.

Os primeiros produtos criados por ela foram dados a amigos. Os seguintes foram oferecidos a lojas de São Paulo. “Quando vi, estava vendendo para 180 lojas. Tinha clientes até em Salvador!” Em pouco tempo, o nome Cecilia Dale ganhou status de grife de decoração e a fundadora passou a viajar para feiras ao redor do mundo para encontrar novos ornamentos e tendências. Então, decidiu abrir um estabelecimento próprio para comercializar suas descobertas.

O primeiro convite para fazer uma decoração natalina completa foi feito pelo Shopping Pátio Higienópolis, em São Paulo, em 1999. Foi quando Cecilia percebeu que, paratrabalhar com proporções tão grandes como as de um shopping, seria preciso desenvolver um tema a ser seguido. “Faço as decorações como se estivesse contando uma história. Cada uma tem um tema, um conto que está sendo transmitido”, afirma. O shopping no coração da capital paulista é cliente da Cecilia Dale até hoje. Além dele, outros 26 estabelecimentos contam com a empreendedora para criar o clima de Natal.

Após a primeira experiência bem-sucedida, vendo um nicho de mercado que não era bem atendido, a empreendedora decidiu focar em decorações natalinas. As lojas da rede adotaram a temática e Cecilia passou a oferecer sua expertise no tema a estabelecimentos.

O fato de a empresa ser focada em uma época do ano não diminiu a carga de trabalho, garante a empreendedora. Durante o primeiro semestre, Cecilia costuma viajar para a China e outros países para participar de feiras e escolher o que trará para o Brasil. “É um trabalho pesado porque eu vejo muitas coisas e tenho de ter claro na minha cabeça aquilo que vou querer”, diz.

É por volta de outubro que a equipe da empresa quase dobra de tamanho: vai de 200 para 400 funcionários. Boa parte deles vai trabalhar na montagem das gigantescas árvores, trilhos de trem e casas do Papai Noel que quase sempre figuram nas decorações natalinas dos shoppings centers que Cecília atende. Tudo tem de estar pronto para a chegada do “bom velhinho” que irá receber as crianças e seus pedidos de presentes e movimentar a clientela dos estabelecimentos.

“Eu tenho de ter um cronograma muito pontual para conseguir terminar todas as obras a tempo”, diz. “Mas não é só por conta dos prazos dos clientes”. Em sua época favorita do ano, às vésperas do 25 de dezembro, Cecilia não quer ter de se preocupar com negócios. “Eu quero estar com meus netos e minha família. Faço tudo para ter tempo exclusivamente para eles.”

 

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Vendas boas, mas o caixa está negativo. E agora?

Por Edélcio Fonseca

O varejista sempre se preocupa com a venda, pois afinal depende dela um bom giro dos negócios. Mas quando as vendas vão bem e o caixa continua negativo, é motivo de parar e analisar bem o que tem sido feito e identificar onde está o erro que compromete o desempenho da sua empresa. Primeiro, não se espante achando que esse tipo de problema é exclusivo de sua empresa. Fique certo de que não é. Na verdade esse problema é muito comum. Porém, deve ser tratado com muita profundidade nas análises para ter um diagnóstico preciso, pois diversos fatores podem influenciar.

Vamos começar analisando o que pode estar consumindo seus recursos de caixa, o que equivale dizer que, nesses casos, sempre é um conjunto de fatores que invadem a reserva de caixa da empresa. Vamos citar alguns para que possa analisar e verificar se eles possuem um impacto negativo em seus negócios:

1. Capital de giro insuficiente para suportar o negócio.

2. Custo financeiro inadequado (empréstimos, tarifas e taxas):

– Taxas alta de juros;
– Tarifas abusivas;
– Multas e juros no atraso de pagamento;
– Desalinhamento de vencimentos (concentração de pagamento em um só período).

3. Relatórios financeiros e fluxo de caixa não expressam a realidade:

– Desalinhamento de gastos na linha do tempo;
– Desequilíbrio nos prazos de recebimento X pagamento;
– Índice de inadimplência elevado;
– Conflitos entre as visões de “caixa” X “competência”.

4. Falta de um planejamento financeiro envolvendo as áreas de compras e vendas:

– Compras de mercadorias sem planejamento, não considerando o giro de estoque, liquidação/descontos e prazo de pagamento;
– Compras feitas sem consultar o financeiro, faltando verificar a capacidade de pagamento e a programação;
– “Apostar” que o produto vai ter um giro muito bom e pouca mercadoria vai ficar no estoque;
– Desalinhamento de gastos na linha do tempo.

5. Despesas fixas não condizentes com a capacidade de geração de caixa:

– Pró-labore dos sócios acima da realidade financeira do negócio;
– Mistura de Gastos pessoais com os da empresa;
– Folha de pagamento e encargos “altos”;
– Quadro de funcionários superestimado;
– Custo de ocupação alto em relação à receita (aluguel, luz, água, IPTU e condomínio).

São diversos fatores que podem prejudicar e atacar o caixa de uma empresa. Para se evitar tudo isso, é fundamental ter um controle mínimo de todos os gastos, coisa que um simples DRE (Demonstrativo de Resultado) já ajuda muito. Isso pode ser feito até mesmo em uma planilha de Excel. Tendo isso tudo controlado fica fácil identificar os vilões do caixa. Basta fazer uma simples curva ABC das despesas e elas irão aparecer.

Mas se, mesmo assim, não conseguir se organizar para mudar o cenário negativo, busque uma consultoria que faça um “raio x” do negócio e possa oferecer uma visão externa e realista quanto às ações necessárias para estabelecer uma recuperação favorável. Buscar ajuda terceirizada pode ser a maneira mais fácil de detectar e eliminar falhas, que muitas vezes podem não ser tão evidentes no dia a dia comercial.

Edélcio Fonseca é especialista em finanças e M&A e diretor executivo da RVK

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Dafiti lança produto que indignou as mulheres

Recentemente a Dafiti, e-commerce de moda, lançou uma camiseta masculina que indignou as mulheres. Na realidade o produto era de um parceiro no Marketplace, cujo o mesmo já foi descredenciado da loja por não cumprir as regras da companhia.

Na camiseta era usado um tipo de Pleonasmo que exemplificava a mulher como burra. E isso gerou certa revolta em internautas, acusando a empresa de machismo. A empresa logo retirou o produto do ar, como falado anteriormente, que era por conta de um parceiro.

O e-commerce por nota afirmou que  “A Dafiti lamenta o ocorrido e esclarece que não compartilha a mensagem expressa no produto em questão e repudia qualquer tipo de manifestação de preconceito e discriminação.”

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Apple compra Startup Brasileira

Duzentos Milhões, foi esse o valor vendido para a Apple. A startup Turi foi criada pelo brasileiro Carlos Guestrin, é uma empresa especializada em sistemas de inteligência artificial.

A empresa nasceu de um projeto acadêmico na universidade Carnegie Mellon, em 2009. Guestrin é formado pela USP, e atualmente, leciona na Universidade de Washington, além de empreender.

Com a tecnologia de “machine learning” da Turi, desenvolvedores criam aplicativos que aprendem com os usuários. Ela pode ser usada para recomendação de produtos, detecção de fraude, análise de sentimento e segmentação de clientes.

A Apple deverá usar a tecnologia do brasileiro em novas versões de seus produtos – que devem incluir recursos que aprendem com os gostos de seus donos.

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O CASO DO OFFICEBOY QUE HOJE TEM UM GRANDE NEGÓCIO

Felix nasceu no sertão da Paraíba, sendo o mais novo de nove irmãos aos 15 anos conseguiu autorização de sua mãe para morar com uma tia no Rio de Janeiro.

Chegando lá, sua tia sugeriu que ele se tornasse officeboy. Foi em busca de um emprego e encontrou.

Na segunda-feira, Felix foi para o centro da cidade procurar emprego. Naquele mesmo dia, foi contratado como auxiliar de arquivista. Ele também não sabia o que era auxiliar, tampouco arquivista, mas aceitou o desafio.

Só que não durou 3 dias. O chefe tinha uma mania de tratar seus funcionários de forma desrespeitosa, e Felix resolveu que não deveria se submeter a isso. “Tudo que eu tinha era minha auto-estima e uma vontade enorme de poder oferecer uma vida melhor para a minha família”, conta.

Decisão acertada, porque seus dois empregos seguintes –dessa vez como office boy– o ensinaram muitas das competências que lhe foram úteis como empreendedor. Entre elas, a de cultivar relacionamentos e a de tomar riscos.

Melhor pedir perdão que pedir licença

Passando um dia pela sala de seu diretor, Felix viu alguns contratos sobre a mesa que tinham sido feitos errado. Aproveitando que o chefe tinha ido viajar, o garoto foi explorar os papéis para tentar corrigi-los.

“Eu estava tomando risco em dobro: fazendo algo que não tinha nada a ver comigo e, ainda por cima, na sala do meu diretor, sem autorização”, ele diz. Só que Felix se empolgou e ficou, até as 5h da manhã, trabalhando nos contratos.

Quando o patrão voltou, perguntou quem o havia ajudado. “Ninguém, eu fui fazendo aqui nas horas vagas”, Felix inventou.

A impressão causada foi tão positiva que ele ganhou uma promoção. Virou gestor e, por consequência, gerou curiosidade em toda a empresa. O aumento de salário, aliás, mudou substancialmente a qualidade de vida de Felix, que nessa época fazia faculdade de economia à noite.

Quando se formou, quis buscar novos ares. Acabou sendo contratado como gerente financeiro de uma editora de livros técnico-científicos. Lá, teve clareza de seu propósito: trabalhar com educação.

Felix convenceu os acionistas da empresa a criarem um braço de treinamentos, o qual ele passou a tocar, como uma spin-off. Em dois anos, ela já tinha uma receita superior à da editora.

Dessa experiência, ficou o gostinho:

“E SE EU CRIASSE ALGO DO ZERO, UM NEGÓCIO QUE FOSSE SÓ MEU?”

Felix já estava casado e tinha um filho quando pediu demissão para empreender. A incerteza foi o primeiro desafio, por isso logo veio o segundo, que estava em buscar investidores. Mas como ele mesmo diz:

“A sorte persegue a ousadia”

Em abril do ano 2000, sem esperar, Felix recebeu uma ligação de um repórter do jornal francês Libération. O jornalista estava no Rio de Janeiro para cobrir a comemoração dos 500 anos do Brasil e alguém havia falado com ele sobre a Escola24Horas.

Felix topou uma entrevista, mas sem grandes expectativas, e tomado por uma angústia típica de empreendedor:

“Meu Deus, preciso conversar com fundos, arrumar dinheiro, e estou perdendo meu dia aqui. Vai sair uma matéria pequenininha lá fora e eu nem vou ver.”

No fim das contas, uma página inteira foi dedicada ao negócio e à inovação que ele trazia. Um executivo do Banco Mundial –que morava nos EUA, mas estava de férias na França– leu a matéria e pediu que entrassem em contato com quem quer que estivesse por trás daquilo tudo.

Depois dessa fase, tudo começou a crescer, Félix segmentou sua empresa, mas quando foi no ano de 2003, por conta de crises, acionistas deixaram de investir e sócios quiseram sair do negócio, mas Félix sempre se lembrava de onde tinha saído. E foi assim, mais uma vez que a escola 24horas se levantou novamente e hoje ele possui 5 milhões de alunos. Ele lembra a impotância de se ter humildade antes de ser um bom empresário

A vitória de Trump e o Marketing

Recentemente o mundo tem falado um único assunto: O novo presidente eleito dos Estados Unidos –  Donald Trump. A maior potência do mundo, o país que basicamente movimenta outros países, teve um novo presidente eleito, cujo deixa em ameaça, digamos todo o planeta terra. Não entendemos exatamente o porque, alguém com propostas tão prejudiciais ao mundo pode ter vencido.

Mas se pararmos para analisar, é fácil de identificar! Donald Trump simplesmente se vendeu, “vendeu seu rosto”, “vendeu suas palavras”, vamos definir isso em uma palavra mais esdruxula, Donald Trump CAUSOU.
Nesse tempo de campanha, ele soube exatamente tocar seus eleitores e mais que isso, ele fez ser lembrado. Cheio de frases impactantes cujo traziam grandes comentários. Suas entrevistas sinceras e seus discursos ganharam o coração do seu público. Trump soube tocar exatamente sua população. O EUA, sempre girou em torno do mundo, ou melhor o mundo girou em torno dos EUA. Mas sua população de certa forma, estava cansada disso, ou melhor, exaustos de imigrantes, economia pro mundo e etc. E foi com isso que Trump ganhou seus eleitores.
Mas o que podemos levar isso em consideração com o Marketing? – Simplesmente tudo! Donald Trump usou o puro marketing, atingiu seu público no seu ponto máximo, reconheceu a dor, falou o que eles realmente queriam ouvir e sentir. Utilizou redes sociais, fez entrevistas e foi aos poucos ganhando o coração, ele se mostrou a todos. Esse é o grande segredo, ser aquilo que seu público quer.
Preste atenção, nunca perca a essência da sua marca só para conquistar um determinado grupo de pessoas. Mas faça da sua essência, a atenção deles! A lição que Donald Trump nos deixou é bem extensa, e vai estar escrita por longos quatro anos. Mas, faça disso, um aprendizado para sua empresa! Se venda, conquiste, toque o coração do seu cliente, faça ele fazer da sua marca uma ideologia.
Quantos comerciais vemos que nos tocam e inconscientemente adquirimos aquele produto por “achar” que as coisas irão mudar? Foi esse ideal que o novo presidente dos Estados Unidos utilizou e é com isso que precisamos interagir com nosso público! Redes sociais, argumentos, frases entre outros.
Aprenda! Seja um Donald Trump do seu negócio! Claro, não com os mesmos ideais. Mas venda sua marca, e faça dela a paixão dos seus consumidores!

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As Grandes empresas começaram do pequeno

Para marcas que querem crescer recomenda-se o fornecimento de tônicos. Levemente balanceados entre doses de esperança, inspiração e prática. Neste equilíbrio, grandes marcas surgem como fonte importante de exemplo, tanto positivo quanto nem tanto. Mas quando estes ícones do branding são trazidos à discussão estratégica, alguns interlocutores argumentam que quando se é grande fica fácil fazer qualquer coisa. Dinheiro, equipe, público. Tem tudo à mão.

Mas como marcas gigantescas e icônicas começaram? Grandes e imponentes ou pequenas e audaciosas? Nike, HP, Apple, Häagen-Dasz. Quatro marcas, quatro exemplos. Inícios inconstantes, possibilidade de sucesso duvidosa. Histórias que se assemelham a milhares de marcas que querem se lançar ao mercado, mas tem dúvidas sobre os caminhos e a energia que devem despender.

Intimamente ligada ao mito do (super) herói, a Nike carrega uma origem autêntica nas pistas de corrida. Nascida em campos de treinamento. Dois idealizadores, corredor e treinador, apaixonados por encontrar um produto que melhorasse o desempenho de atletas profissionais. E um trabalho de posicionamento perfeitamente executado.

Por outro lado, HP e Apple nasceram em contextos parecidos, separadas por décadas de distância. A primeira no início do boom dos equipamentos eletrônicos, impulsionada pela paixão de dois inventores. A segunda no grande boom dos computadores pessoais, igualmente alicerçada em dois idealistas da contra-cultura. Grandes ideias recheadas de ousadia nos negócios. O primeiro contrato da HP foi feito com Walt Disney para produzir o filme Fantasia, hoje um clássico do desenho animado. Já a Apple, despontou criando um contraponto ao mundo dominante da IBM, líder incontestável da época.

Em outro segmento, para muitos sorvete tem um sinônimo: Häagen-Dasz. Cremoso, sofisticado, premium. Como um bom sorvete nascido no Bronx. Bronx? Sim, poucos sabem, mas o berço deste sorvete ícone não é a Europa, mas um bairro nova iorquino que pouco combina com os atributos hoje reconhecidos da marca. Sabiamente, seu criador procurou conferir um nome que remetesse aos países nórdicos, mesmo não o sendo. Inclusive, o jogo de letras e o nome composto não guardam qualquer significado na língua onde foi inspirado, o dinamarquês. Mas carrega todo sentido na percepção desejada junto ao seu público consumidor.

Assim da próxima vez que ouvir uma história de grande marca, lembre-se que ela começou como você. Pequena e invisível no mercado. No porta-malas de um carro, como a Nike, na garagem como HP e Apple, ou na cozinha de casa em um modesto e violento bairro como Häagen-Dasz. Mas nem por isso, os contextos contrários, os desafios imensos, fizeram marcas e empreendedores desistirem. Eles estavam com grandes ideias nas mãos e na busca das ferramentas certas para fazê-los conquistar o mundo. Pense seriamente nisso quando tentar encontrar desculpas para não ir além.

 

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Marketing Médico: Redes Sociais

Anteriormente demos início e falamos sobre o MARKETING MÉDICO e sua importância, queremos abordar agora, o quanto as redes sociais são necessárias para isso. Porém é preciso ter cuidado, algumas regras são estipuladas e com isso, um médico não pode fazer ou postar qualquer coisa em seus meios de comunicação.

REDES SOCIAIS

O uso das redes sociais hoje em dia, é de extrema importância! PORÉM, TENHA ATENÇÃO! O Conselho Federal de Medicina, PROÍBE DEFINITIVAMENTE o uso das redes sociais para se autopromover e praticar sensacionalismo médico. Isso quer dizer:

– Criticar outros profissionais da saúde
– Publicar foto de pacientes, em exames, cirurgias e etc.
– Fotos com Jaleco em redes sociais de encontro, como, Tinder.
– Ao criar uma fanpage no Facebook, não é permitido que você inclua, telefone e endereço de sua clínica.

Ou seja, para ter um excelente reconhecimento, antes de mais nada como um profissional Ético, você deverá, tomar extremo cuidado em todos esses detalhes!

BLOG

O Blog não é um instrumento de autopromoção segundo o CFM! Você pode e deve utiliza-lo para alimentar de notícias voltadas a área, dicas de saúde conforme sua especialidade, e até deixar aberto para perguntas de pacientes e seguidores do blog.

SITE

O site pode e deve ser feito, isso gera profissionalismo e passa uma certa seriedade, não é necessário encher de informações, mas é muito importante que as pessoas reconheçam o seu trabalho e vejam o quanto você é ético referente a ele.

ENTREVISTA

Os médicos, podem sim, participar de entrevistas, é até mais relevante para seu profissionalismo. Através disso, as pessoas conheceram a sua forma de trabalhar. Mas não se esqueça!! Tome cuidado com as regras e condutas do CFM.

ANÚNCIOS

É expressamente proibido pela CFM a participação de médicos em anúncios voltados a medicina ou outros meios, como ” SEU RESULTADO GARANTIDO” ou “O MELHOR”

O RECONHECIMENTO

Não espere ser um médico famoso, mas espere ser reconhecido pelo seu profissionalismo e sua ética, isso é o mais importante! Comece desde já! Análise suas redes sociais, veja se não há nada fora das regras. Busque também alimentar seus pacientes através de conteúdos digitais. Mostre-se extremamente envolvido com a necessidade deles!

 

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O que você NÃO deve fazer em seu Facebook

O facebook é a ferramenta mais utilizada em marketing digital, seu amplo acesso a diversas pessoas, e a grande comunicação tem cada dia mais ajudado a empresas e pequenos negócios a crescerem de uma forma extremamente ampla. Mas muitas vezes no impulso de publicações e comunicação com o público cometemos alguns erros que podem definitivamente destruir sua reputação Online.

Conteúdo
Não fique apenas fazendo promoções ou anunciando seus produtos compulsivamente, isso fará com que seu público deixe de curtir sua página rapidamente. Gere conteúdos e faça com que eles tenham um verdadeiro interesse por seu produto ou serviço.

 Curtidas
Um erro muito comum em muitas páginas de empresa é utilizar aquele famoso aplicativo de “curtidas”, para ter um grande número de seguidores e curtidas, mas números não ajudam, não adianta ter apenas fãs, você precisa ter fãs ativos cujo seguem, comentam e compartilham e de certa forma, defendem seu produto!

 Interação
Não ignore seus fãs, nem muito menos use-os para falar de sua marca. Para uma empresa ter uma página no facebook, ela no mínimo precisa ser humana. Quando não acontece a interação com seus clientes, não reconhece-los, nem muito menos responde-los, causa um certo tipo de indiferença e desapontamento dele para com sua página.

Comentários
Nunca faça comentários fakes em sua página, não será através disso que outros fãs comentaram, será através de um bom conteúdo elaborado. E o pior de tudo se algum seguidor descobre que você utiliza um fake para melhorar sua página, ele não mais nada em que você fale ou faça.

Síntese
Nunca utilize legendas grandes demais, sempre contextualize tudo, desde descrições até links, muitas vezes a quantidade de informação em um post só pode fazer com que o fã deixe de seguir suas postagens e até sua página.

Estamos sempre preocupados com a intensificação que nossos clientes tem através de suas redes sociais! Por isso, além de dicas, damos a você também suporte e cuidamos de suas redes! Contate-nos!

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Publicidade com ROI: adapte-se

Em agosto desse ano, o McDonald’s, fez uma grande troca de sua agência publicitária nos EUA, saiu a LEO BURNETT e entrou Omnicon. Olhando assim, até parece uma notícia normal para nosso meio publicitário, mas não é bem assim não! Essa acontecimento pode ser analisado como um marco na história do mercado. Mas por que? Pelo simples motivo de que, segundo o grupo Omnicom, eles só serão remunerados unicamente com base nos resultados específicos de negócios que gerar para o Mc Donald’s.
Vamos ser um pouco mais diretos então “Ou entrega resultados reais e mensuráveis ou saia sem nenhum centavo”
Essa tendência está clara, alguns tipos de empresas não vão investir mais em marketing e publicidade que não traga resultado. Há um tempo atrás não existia uma tecnologia confiável cujo poderiam nos dizer exatamente quantos reais em vendas eram gerados por cada esforço de comunicação.
De certa forma, era previsível que a publicidade “de massa”, mais cedo ou mais tarde, precisaria começar a prestar contas. A internet mudou radicalmente o nível de exigência de CEOs sobre os resultados práticos de seus investimentos em marketing.
Agora, não adianta mais defender uma ação de resultados duvidosos no gogó, dizendo que foi uma “ação inovadora”, que melhorou a “personalidade da marca” ou que gerou “buzz nas redes sociais”. Quando se está falando com gestores, é difícil argumentar contra os números das vendas. Essa nova realidade traz duas consequências que preocupam muita gente do mercado publicitário: primeiro, se você não entregar resultados reais, você está fora do jogo; segundo, se você não tiver capacidade técnica para mensurar a sua performance, mesmo que o seu trabalho esteja bom, você também corre sérios riscos. Afinal, gestores agora só se satisfazem com números.
Antes, não havia tecnologia confiável para nos dizer exatamente quantos reais em vendas foram gerados por cada esforço de comunicação. Além disso, alternativas como pesquisas de mercado custavam fortunas e eram demoradas. Hoje, entretanto, qualquer PME pode ter dashboards mostrando, em tempo real, o retorno exato de todos os seus investimentos. O fato de uma gigante como o Omnicom aceitar um deal como esse, é a prova de que o mercado publicitário não tem outra saída a não ser se adaptar a esse novo cenário.
Os próprios diretores de marketing das empresas nunca estiveram tão ameaçados. A falta de capacidade em demonstrar ROI (retorno sobre o investimento) tem gerado demissões recorde. De acordo com uma pesquisa recente, 48% dos 30 maiores varejistas americanos trocaram a liderança de marketing nos últimos 12 meses. Isso porque os gestores de empresas estão exigindo uma demonstração clara de eficiência em vendas. E para muitos profissionais de outra época, a dificuldade de lidar com esse modelo de performance está lhes custando o emprego.

É importante lembrar que, obviamente, a tecnologia de hoje ainda não consegue mensurar todos os efeitos da publicidade com precisão. Ainda precisamos evoluir muito para entender exatamente o retorno de investimentos mais “subjetivos” como ações de branding. Não temos métricas 100% confiáveis para mensurar seus resultados para o negócio, mas sabemos que, se bem feitos, eles podem sim colaborar fortemente na geração receita.

Mas, independente disso, a realidade é que os gestores provaram o sabor da mensuração e gostaram. Eles viram o poder da avaliação minuciosa de performance em plataformas como o Google Analytics e o Adwords. Agora, eles vão exigir isso para tudo. E na medida em que o marketing de performance vai ficando mais “mainstream”, será cada vez mais difícil encontrar uma empresa que aceite trabalhar sem a mensuração precisa de resultados palpáveis.
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